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UM OLHAR POR DENTRO DO LUXUOSO PALÁCIO DE VERSALHES

10/03/2017

O Palácio de Versalhes é uma das mais bonitas realizações das artes francesas do século XVII. O castelo real fica localizado na cidade de Versalhes, no subúrbio de Paris e foi classificado há mais de 30 anos como Patrimônio Mundial da Humanidade.

Em um complexo de mais de 800 hectares, o palácio é realmente grandioso: ostenta 700 quartos, 352 chaminés, 1250 lareiras, 67 escadas e 2153 janelas. Por isso, é preciso planejar com antecedência sua visita, pois o passeio é longo!

O palácio foi o centro do poder do Antigo Regime da França de 1682 a 1789, residência oficial de reis e rainhas e símbolo da monarquia absolutista. Ele se tornou o maior castelo da época e ainda é um dos maiores atualmente, sendo considerado o mais luxuoso de toda a Europa. Por isso, o interior do Palácio de Versalhes é o ponto alto da visita e atrai mais de 8 milhões de turistas por ano.

A seguir, você conhecerá um pouco mais sobre a parte interna dos aposentos deste que é o ponto turístico mais visitado da França!


Uma visão sobre o interior do palácio 

O interior do Palácio de Versalhes impressiona por tamanha riqueza e luxo. Aqui você encontrará inúmeras obras de arte, detalhes em ouro no teto e nas paredes, lustres de cristal e pisos em mármore.

Assim que o tour tem início, você vai sendo transportado pouco a pouco para um conto de fadas repleto de magia e história. Cada um dos cômodos traz memórias de uma parte muito importante do passado da França e você se sente transportado para a época em que a realeza vivia no local.

Os principais destaques durante a visita ao palácio são: 



Galeria dos Espelhos


Um dos locais mais famosos e admirados no palácio, a Galeria dos Espelhos teve sua construção iniciada em 1678 e terminada em 1684.

Com um comprimento de 73 metros, homenageia o sucesso político através de 30 composições pintadas no teto. Além disso, demonstra todo o poder econômico e grandeza do rei francês através de 17 amplas janelas, com cerca de 370 espelhos (artigo de luxo no período) que refletem a luz do sol e a deslumbrante vista do jardim.

Também podemos admirar pilastras cobertas com capitéis (extremidade superior das colunas) em bronze com os emblemas nacionais e belíssimos lustres de cristal.

Era utilizada como sala de espera, sala de reuniões e raramente como salão de cerimônias, sendo palco de um momento histórico: a assinatura do Tratado de Versalhes. 



Capela Real


A última de cinco capelas construídas no palácio desde o reinado de Luís XIII, a Capela Real que pode ser visitada atualmente foi finalizada em 1710 por Luís XIV e dedicada a São Luis, padroeiro do rei e antepassado da casa real.

Ricamente decorada, possui o chão em mármore e três belíssimas pinturas no teto, sendo a primeira de Antoine Coypel representando “Deus Pai em sua Glória trazendo ao Mundo a promessa da Redenção”, a segunda de Charles de LaFosse representando “A Ressurreição de Cristo” e a terceira de Jean Jouvenet representando a “A Descida do Espírito Santo frente à Virgem e aos Apóstolos”. 


Além disso, podemos admirar um majestoso órgão projetado por Clicquot.

Os aposentos do rei

Um total de sete cômodos que levavam nomes dos planetas e dos deuses associados a eles, pois o rei Luís XIV gostava de utilizar deuses da mitologia como símbolo de poder.

Os apartamentos eram utilizados como salões de estado para sediar os atos oficiais do soberano. Durante o dia ficavam abertos aos nobres para que pudessem assistir e admirar a família real e durante a noite abrigavam as reuniões noturnas realizadas várias vezes por semana durante o reinado de Luís XIV.

Salão Hércules: conecta os aposentos do rei à capela real, tendo como grande destaque a pintura de Veronese “A Refeição na casa de Simon, a Paris dos Gobelins”, um presente de Veneza a Luís XIV em 1664.


Salão da Abundância: local onde eram servidos vinhos, licores e cafés durante as reuniões noturnas e também onde o rei mantinha objetos de valores que exibia aos convidados. 


Salão Vênus: (deusa romana do amor e da beleza; associado com o planeta Vênus) era a entrada principal para os aposentos do rei e também o local onde ofereciam frutas frescas e raras, frutas cristalizadas, marzipã, entre outras guloseimas e decoravam o ambiente com cestos de flores para as reuniões noturnas. 


Salão Diana: servia como um vestíbulo e também era utilizado como sala de bilhar durante os encontros à noite. O rei era um ótimo jogador e permitia que seus súditos assistissem seus jogos, por isso foram instalados assentos para a plateia. 


Salão Marte (deus romano da guerra; associado com o planeta Marte): era utilizado como quarto da guarda, com uma decoração fazendo referências às conquistas e temas militares e também era utilizado como uma sala para música e dança onde frequentemente ocorriam saraus nos encontros noturnos. 


Salão Mercúrio (deus romano do comércio; associado com o planeta Mercúrio): era utilizado como quarto propriamente dito poucas vezes, tendo a cama substituída por jogos de mesas durante o inverno. Foi nesta sala que o caixão de Luís XIV foi exibido após sua morte, no período de 2 a 10 de setembro de 1715. 


Salão Apolo: utilizado como sala do trono desde 1682, é um local totalmente dedicado a Apolo, o Rei Sol na mitologia, para representar o rei Luís XIV conhecido como “Le Roi Soleil”. O trono original de prata com mais de 2,6 metros de altura não pode mais ser visto, pois foi retirado em 1689 e atualmente no seu lugar encontra-se uma cadeira dourada. 



Sala da Guerra


Construída em 1678 e decorada em 1686, esta sala presta homenagem às vitórias militares. Ela interliga os apartamentos do rei a Galeria dos Espelhos. 



Quartos do rei

Localizada ao centro da fachada do Pátio de Mármore, esta ala começou a ser utilizada pelo rei em 1701 e é composta por:

A sala da Guarda: local utilizado como quarto da guarda real, que permaneciam 24 horas por dia no local para garantir a segurança do soberano. Para dormir, eles utilizavam camas dobráveis que eram guardadas quando não utilizadas.


A antecâmara: era onde Louis XIV costumava jantar em público a partir de 1690, após a morte da rainha. A noite uma mesa era colocada para que ele jantasse em frente à lareira.


A antecâmara denominada de Olho do Touro: era o ambiente onde os cortesãos esperavam para serem recebidos pelo rei. A sala anexa recebeu este nome devido à janela oval que possui logo abaixo do teto.


A sala do Conselho: era o local utilizado pelo rei para presidir os Conselhos com seus ministros. Também foi utilizada pelo rei para receber hóspedes para jantar e para passar um tempo com sua família em privacidade. Nesta sala anexa ele também realizava audiências públicas e recebia juramentos de lealdade por parte de seus súditos.


O quarto do rei: o quarto mais importante e simbólico da ala, pois era o local onde Luís XIV dormia. A posição da cama era estratégica: de frente para o sol nascente. Ali acontecia a lendária “Cerimônia do Nascer do Sol”, onde diariamente os cortesãos se reuniam para assistir ao rei acordar, levantar e se arrumar. E o mesmo acontecia no final do dia: a “plateia” acompanhava o rei se deitar.


Sala da Paz


Com uma decoração que celebra a excelência e a influência da França do século XVIII, esta sala fica localizada no prolongamento da Galeria dos Espelhos, anexa aos aposentos da rainha e oferece uma belíssima visão dos Jardins de Versalhes. Às vezes a sala era utilizada para a realização de concertos religiosos promovidos pela rainha.

Os apartamentos da rainha 

Os apartamentos da rainha são compostos por um conjunto de quartos tão luxuosos quanto os dos apartamentos do rei. O espaço da rainha limita-se a alguns apartamentos e salas menores para uso mais confidencial, situados atrás dos apartamentos oficiais, com vista para dois pátios internos.

O quarto da rainha: era aqui o local onde a rainha dormia, é claro, muitas vezes acompanhada do rei. A decoração que podemos observar é resultado de intervenções das três rainhas francesas que ali habitaram.


Salão dos Nobres: esta era uma sala anexa ao quarto da rainha utilizada para audiências solenes promovidas por ela e também para encontros com as damas da Corte para conversas amigáveis.


Antecâmara: era neste aposento onde o rei e rainha faziam suas refeições. Apenas a família real tinha o direito de se sentar nas cadeiras. Na época de Luís XIV, os súditos ali permaneciam para assisti-los comer. Já seus sucessores preferiam comer em privado.


Sala da Guarda: esta sala dava acesso aos apartamentos da rainha e era o local onde os guarda-costas da realeza ficavam de plantão – essa proteção era apenas direito do rei, da rainha e do príncipe herdeiro.


Ópera Real


Foi inaugurada em 1770 com uma ópera inaugural Persée para comemorar o casamento de Maria Antonieta com o Delfim da França (futuramente conhecido como rei Luís XVI), sendo considerada na época a maior sala de concertos de toda Europa. Com capacidade para mais de 700 pessoas, o local foi totalmente esvaziado durante a Revolução Francesa e posteriormente restaurado por Louis-Philippe por volta de 1837 e novamente por André Japy em 1957.

Desde o ano de 2009, um grande número de concertos e espectáculos são realizados no espaço. 



Galeria das Batalhas 


Construída no ano de 1833 e inaugurada em 1837 a Galeria das Batalhas é a maior sala do palácio: são 120 metros de comprimento e 13 metros de largura. No local, encontram-se pinturas que retratam as batalhas que tiverem maior importância para a história da formação da França por ordem cronológica. Além disso, o espaço homenageia os oficiais que estiveram em combate com os bustos dos personagens importantes que foram mortos ou feridos em função da Pátria.

Outros aposentos

Como você pode ver, o Castelo de Versalhes é muito grandioso e conta com vários outros aposentos, tais como os apartamentos privativos do rei, as câmeras do Delfin e da Delfina, os aposentos de Madame Victoire e Madame Adelaide, filhas do Rei Luís XV (foto acima), entre outros ambientes.
E, além do palácio principal, o Castelo de Versalhes inclui os parques e jardins, o Grand Trianon e o complexo ligado à rainha Maria Antonieta: o Petit Trianon, seus jardins e algumas casas campestres.
Para saber mais, acesse nossa outra matéria especial sobre o castelo: http://bit.ly/2mCXMtM 

Agende já sua visita!

É impossível não se encantar com tamanha grandiosidade, beleza e riqueza de detalhes, não é mesmo? Por isso o Palácio de Versalhes é um dos pontos turísticos mais procurados do mundo. Cada visita é única! Cada história contata e cada cômodo visitado surpreende e garante lembranças inesquecíveis!
Venha fazer um passeio completo pelo Palácio de Versalhes com a Elite Turismo. Nosso motorista guia bilíngue (português – francês) te guiará com toda a segurança e conforto do seu hotel até o castelo e poderá te contar detalhes importantes e muito interessantes sobre a história do local. Além disso, você já terá antecipadamente os ingressos para visitação e o áudio-guia disponível em português. Assim, você evitará as enormes filas e poderá aproveitar todo o seu tempo para apreciar cada um dos detalhes ao longo da visita a este magnífico monumento!


Fonte: Site oficial do Castelo de Versalhes 

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