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TOP 5 CASTELOS DO VALE DO LOIRE

11/11/2016

A região do Vale do Loire ou o Jardim da França, como é conhecido, compreende as cidades de Orléans, Blois, Amboise, Tours, Saumur, Angers e Nantes. Está localizada a menos de 200 km de Paris e se tornou reconhecida como Patrimônio da Humanidade pela Unesco no ano de 2000.

Ao conhecer o Vale do Loire, você ficará encantado com as paisagens exuberantes, a riqueza arquitetônica de suas construções e suas cidades históricas. E, é claro, também poderá entender porque o local era tão apreciado pela nobreza, afinal a região possui mais de 300 châteaux (palácios e castelos) que foram construídos pela realeza francesa entre os séculos X e XVI.

Conheça, a seguir, os cincos principais castelos que você precisa conhecer quando vier à região!


1- CASTELO DE CHENONCEAU

O Castelo de Chenonceau é um dos mais visitados e admirados no Vale do Loire. É também conhecido como o Castelo das Damas por ter sua história associada a mulheres importantes.

A propriedade, que era inicialmente uma fortaleza medieval com um moinho, foi adquirida em 1513 por Thomas Bohier, que destruiu as antigas construções e iniciou o projeto deste belíssimo castelo. No entanto, por ser muito ocupado, quem se encarregou de supervisionar a construção foi sua esposa Katherine Briconnet, a primeira mulher com grande influência para a história deste local.

Confiscado pelo rei Francisco I em 1533, a propriedade passa então para as mãos da coroa francesa e é herdada por seu filho Henrique II, que presenteia sua amante Diana de Poitiers com o palácio. Completamente apaixonada pelo local, ela é a responsável por várias ampliações e melhorias, mas acaba tendo que deixá-lo quando o rei morre e, em seu lugar, permanece a rainha Catarina de Médicis.

A rainha gosta da reforma realizada por Diana e dá continuidade ao projeto, incluindo novas modificações no palácio, com a ampliação dos jardins e parques, assim como a construção dos estábulos e do imenso salão de dois andares sob a ponte do rio Cher, uma das características mais marcantes do local. Além disso, ela torna o local conhecido por majestosas festas.

Após a morte de Catarina em 1589, o castelo fica para sua nora Louise de Lorraine, esposa de Henrique III, que vive em luto pela morte recente de seu marido, vagando pelo local até morrer, 11 anos depois.

Por mais de 100 anos, entre os anos de 1601 a 1733, o palácio passa por um período de decadência e abandono, passando de mãos em mãos, sem ter a glória e a alegria de antes.

Com a compra da propriedade por Claude Dauphine, o local passa a ter vida novamente. Sua esposa madame Louise Dupin é a responsável por reformar o castelo e organizar reuniões com artistas e intelectuais da época, tais como Voltaire e Rosseau. Além disso, ela é uma figura de grande importância histórica por não permitir a destruição do palácio durante a Revolução Francesa.

Caindo novamente no esquecimento e abandono, foi utilizado como enfermaria na Primeira Guerra Mundial e como uma passagem na Segunda Guerra Mundial. Foi aberto ao público após uma reforma organizada por Huber Menier em 1951.

A visita pelo castelo, parque e jardins é excepcionalmente bela. As salas e cômodos são decorados com muito requinte, com móveis, pinturas, quadros e tapeçarias belíssimos. E os jardins e parque com 70 hectares proporcionam atrações para um dia todo se for explorado minuciosamente. No complexo, também é possível visitar um Museu de Cera que reproduz cenas da história do local e de seus personagens ilustres.


2- CASTELO DE CHAMBORD

Chambord é o maior castelo do Vale do Loire, uma das construções mais bonitas e imponentes da região. Foi construído no início do século XVI a pedido do rei Francisco I para servir como castelo de caça, por isso está estrategicamente localizado em uma área ampla e rodeado por um parque arborizado com mais de 50 km².

É um castelo vazio, praticamente sem mobiliário, pois o rei passava pouco tempo no local - estima-se que ele não deve ter passado mais que 50 dias lá, em curtas temporadas. Desta forma, a cada visita real todos os móveis e suprimentos eram transportados em uma caravana e retirados quando partiam.

Após a morte de Francisco I, o castelo ficou completamente abandonado por 80 anos, sendo posteriormente reformado por Luís XIV, que acrescentou um estábulo para 300 cavalos e mobiliou alguns aposentos. No entanto, 40 anos depois ele é novamente abandonado. Ao longo dos anos, a propriedade vai alternando entre momentos de glória e de abandono, ora habitado por nobres e reis, ora esquecido. Somente após a Segunda Guerra Mundial, o castelo é restaurado pelo governo francês.

Além de toda sua imponência, o castelo proporciona a seus visitantes duas grandes atrações. A primeira: descobrir sua curiosa escada em espiral, projetada supostamente por Leonardo da Vince de forma a não permitir que duas pessoas se encontrem. E a segunda: caminhar por seu belíssimo telhado com torres e chaminés de diferentes formas e tamanhos, admirando a arquitetura da construção e a vista panorâmica.


3- CASTELO REAL DE AMBOISE

O Castelo Real de Amboise está localizado na região central do Vale do Loire. Situado no alto de uma colina, em cima de uma rocha imensa e em frente ao rio Loire, foi a última fortaleza medieval da França e o primeiro palácio do Renascimento.

Local de grande importância histórica, a construção que era inicialmente uma fortaleza foi sendo ampliada e modificada ao longo do tempo e transformada em uma belíssima construção ao estilo gótico flamboyant no final do século XV pelo rei francês Carlos VIII, após o local ter sido confiscado de seus antigos donos pela coroa e esta passar a ser uma propriedade real. Alguns anos depois, ao voltar de uma guerra na Itália, o rei traz vários artistas italianos ao local que introduzem o estilo renascentista na arquitetura do palácio, apresentando-o para a França pela primeira vez. Além disso, foi também em Amboise a construção do primeiro jardim em estilo italiano na França.

O castelo abrigou várias gerações da coroa francesa e hospedou personagens ilustres, entre eles Leonardo da Vinci. Convidado pelo rei Francisco I, o pintor e inventor morou no castelo Clos Lucé (palácio vizinho ao de Amboise) e trabalhou na região nos seus últimos três anos de vida. Após sua morte, ele foi enterrado no convento da igreja de Saint-Florentin e posteriormente transferido para a capela Saint-Hubert do castelo de Amboise, sendo permitido aos visitantes conhecer o seu túmulo.

Por ter sido alvo de disputas, ataques, demolição e negligência ao logo dos séculos, apenas um quinto da construção original foi mantida. No entanto, os ambientes que restaram e estão preservados representam um cenário majestoso e possibilitam aos visitantes entenderem a grandiosidade física e histórica do local.

Além dos aposentos reais, do incrível jardim suspenso que oferece uma vista panorâmica do rio e do túmulo de Leonardo da Vinci é possível visitar com agendamento prévio o subterrâneo e as torres da fortaleza medieval.


4- CASTELO DE CLOS LUCÉ

O encantador Castelo de Clos Lucé (antigo Solar du Cloux) foi construído no final do século XV e está localizado próximo ao Castelo de Amboise (aproximadamente 500 metros). Dizem que os dois castelos estão interligados por uma passagem subterrânea.

Ficou conhecido como a última morada do pintor e inventor Leonardo da Vinci. Como já dito anteriormente, a convite do rei Francisco I ele morou no local em seus últimos três anos de vida pintando e trabalhando. O rei era um grande admirador de seu trabalho e considerava-o um grande gênio, tendo inclusive nomeado da Vinci como o “primeiro pintor, arquiteto e engenheiro do rei”.

O interior do castelo está em ótimo estado de conservação, com seu mobiliário original e bem preservado. Além disso, conta com uma espécie de museu dedicado ao artista com várias de suas invenções expostas no local.

Os visitantes podem conhecer o quarto em que o pintor dormia e onde ele morreu, assim como o seu gabinete de trabalho e uma coleção de 40 maquetes, expostas no subsolo do castelo e realizadas a partir dos desenhos originais de da Vinci, além de seis vídeos em 3D que explicam como suas invenções funcionam.

No parque ao redor do castelo também é possível conhecer algumas das maiores criações e invenções de da Vinci.


5- CASTELO REAL DE BlOIS

O Castelo Real de Blois foi a residência de sete reis e dez rainhas da França e é um local de grande importância histórica. Constituído pela junção de quatro construções realizadas do século XIII ao XVII, possui uma ampla diversidade de estilos arquitetônicos: medieval, gótico, renascentista e clássico.

Construído inicialmente como uma fortaleza medieval e um palácio, a construção foi aumentada pelo conde de Blois no século XIII com a inclusão de novas estruturas e torres.

No século XV, o rei Luís XII iniciou a reconstrução do castelo com a criação de uma nova ala em estilo gótico. Construída em tijolo cinza, esta é a entrada principal do castelo e atualmente abriga o Museu de Belas Artes com um incrível acervo de mais de 35 mil obras de arte.

No século XVI, o rei Francisco I começou a construção de uma nova ala em estilo renascentista com uma fachada majestosa, tendo como destaque a famosa escadaria em espiral com vista para o pátio central.

No século XVII, Gaston d’Orléans, irmão do rei Luís XIII, realizou a construção da última ala do castelo, em estilo clássico, em homenagem à arquitetura grega.

Durante a visita, você poderá localizar e entender os diferentes estilos citados acima. Além disso, ficará encantado com o interior do castelo ricamente decorado com os seus aposentos ostentando todo o luxo da vida na corte.

Além da visita ao castelo, nas noites de abril a setembro os visitantes poderão assistir a um show de luzes, imagens e sons contando a história do local e dos personagens ilustres que fizeram parte da trajetória desta incrível construção.

Uma atração imperdível se você estiver na cidade neste período.


QUANDO IR? 

Os Castelos do Vale do Loire ficam abertos o ano todo, permanecendo fechados em sua grande maioria somente nos feriados de 25 de dezembro e 1º de janeiro.

Cada estação traz uma beleza única para o ambiente e proporciona ao visitante uma experiência diferente e inesquecível. Por isso, vale a pena visitar os castelos em qualquer época do ano.

Na primavera, a região conhecida como o Jardim da França fica especialmente bonita, pois os jardins e flores estão em seu auge.

No verão, o clima agradável permite que os visitantes fiquem à vontade para passear ao ar livre. Já no outono, as pessoas podem apreciar a incrível coloração das folhas que transformam a paisagem em tons de avermelhados e alaranjados.

Já o inverno traz calma para o local, com um número reduzido de visitantes e pode ainda permitir que você se encante com uma paisagem totalmente branquinha, se tiver a sorte de visitar em um dia que esteja nevando. 


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Agora é só se organizar e aproveitar o que a região tem de melhor!

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